Sua empresa está preparada para a 4ª revolução industrial?

By 14 de fevereiro de 2019Blog

Analisando a característica das revoluções industriais, pode-se observar que cada uma teve um momento importante que marcou toda a trajetória da rebelião. A primeira revolução, que ocorreu em meados do séc. XVIII, teve o marco através da máquina a vapor e por conta da criação de ferrovias e rodovias. Já a segunda rebelião aconteceu entre o final do século XIX e o início do séc. XX, foi marcada pela energia elétrica e pelas técnicas de administração e produção.

A terceira revolução industrial, realizada em 1960, foi notada pelo crescimento da tecnologia da informação e da mídia. Mesmo não sendo determinante, pode se considerar um dos tópicos que desencadearam o início da quarta revolução industrial, ou digital, já que as tecnologias que estão sendo aplicadas e cada vez mais desenvolvidas nos dias de hoje, podem impactar diversas áreas, principalmente, a da ciência. Esse é só um dos pontos que fazem com que esse movimento tenha uma capacidade maior de impacto, comparado as anteriores.

Mecanismos como Big Data, IoT (Internet of Things), cloud computing, Inteligência artificial (abreviada muitas vezes como IA) são exemplos de avanços tecnológico que delongavam para progredirem, sendo que todas tinham que caminhar juntas na sua evolução, mas hoje podem prosperar de forma independente. Por isso, as empresas estão se aprimorando para tentar acompanhar o desenvolvimento dos novos mecanismos para adquiri-los e fazer com que os mesmos sejam vantajosos para dentro da corporação.

Antes de tudo, é preciso estar ciente que esta revolução digital impacta países e empresas de um modo diferente pois nem todas as firmas andam em estágio de evolução rotineiramente, então há casos em que as indústrias estão mais avançadas e em outros nem tanto. Por isso, é necessário fazer uma autoanálise e um estudo dos concorrentes para saber em que nível tecnológico a sua empresa galga e o que isso pode refletir nos produtos e/ou serviços.

Pós análise geral, é indispensável para a empresa que se vê atrasada com relação aos avanços tecnológicos, que crie uma cultura nova e que incentive a inovação dos produtos e serviços, principalmente na parte tecnológica. Os mandatários precisam “abrir a cabeça” para o mundo mais moderno e pensar “fora da caixa”. Mesmo não sendo uma missão das mais fáceis por envolver até mudanças nas características da empresa com relação a objetivos, valores, estrutura e política, o principal objetivo da revolução é transformar a corporação em uma indústria mais dinâmica, flexível e inovadora.

Entretanto, de nada vai adiantar se você buscar novas tecnologias e não procurar entendê-las, o modo como operam e como podem gerar algo novo para o seu negócio, seja com um mecanismo que esteja em evidência ou investindo em algo jamais visto no mercado. Além disso, é benéfico para a empresa usar o método chamado como Open Innovation (em português inovação aberta) que, basicamente, engloba pessoas, parceiros e/ou instituições externas que estão por dentro do mundo do empreendedorismo e, consequentemente, da inovação para auxiliar, com a ajuda de ideias e planejamento, na busca pela inovação da corporação.

Ferramentas como Hackatons, Action Learning e Labs de Inovação, são alguns dos programas que são usados com o objetivo de traçar e planejar as inovações que serão utilizadas para negócio. É necessário que a empresa detenha de um desses dispositivos para se basear em um modelo de comércio, colocando metas a serem cumpridas e acompanhando todo o processo de trabalho para que possam analisar os resultados alcançados e no engajamento feito através da inovação implantada.

De qualquer forma, um novo mundo corporativo tem que, cada vez mais, está fazendo parte do cotidiano da empresa com os avanços tecnológicos alinhados com as metas e com a visão da mesma, buscando a otimização dos produtos/serviços através da inovação, fazendo com que haja uma transformação social, econômica e comportamental com relação aos concorrentes.